segunda-feira, setembro 18, 2006

E agora... As viagens!!

Antes de mais nada, deixa eu começar dizendo que não esperava reações tão apaixonadas ao meu último post. Acreditem, eu nunca disse que o sistema do Veley era perfeito, longe disso. Eu tinha duas intenções:

1) Apresentar a idéia do sistema de pontos;
2) Provocar o Pedro.

A julgar pelos comentários, eu diria que os dois objetivos foram atingidos com sucesso.

Agora, sobre as viagens em si, vamos por ordem cronológica: começamos por Barcelona.

Por mais legal que seja a cidade, não tenho muito a dizer, pois passei pouco tempo lá. O suficiente pra ver que vale a pena voltar. Vale ressaltar a Casa Batlló, projetada pelo Gaudí. Uma coisa fantástica, uma casa enorme sem nenhuma linha reta ou ângulo reto, com a intenção de lembrar o mar. Vimos também, en passant, a Sagrada Família, que parece diferente de cada lado - será que algum dia fica pronta?




Da Espanha fomos pra Luzech, onde a família da Karín mora. É difícil descrever o lugar; uma vila de mil habitantes, rodeada pelo Rio Lot. Parece um lugar saído de um filme sobre o bucolismo francês, com vinhedos e campos de girassol se misturando a construções medievais. Quatro dias foram muito pouco pra aproveitar de verdade o potencial de absoluta descontração que o lugar tem a oferecer, mas deu pra ter um gostinho. E por gostinho eu quero dizer com sabor a queijo em vinho, em quantidades inimagináveis.

Ali por perto tem bastante coisa pra fazer também. Carcassone é uma cidade medieval completa, com castelo e tudo. Eu gostei particularmente de Rocamadour (foto aí embaixo), outra da Idade Média, menor, mas construída em uma parede de pedra enorme, o que acaba gerando uma cidade vertical. Muito bacana.



Depois disso tudo, fomos pra Inglaterra. Devo dizer que a qualidade culinária teve uma queda considerável, mas pudemos visitar uns lugares bem legais também. A conferência em si era em Durham, uma cidade bem antiga e bem pequena no norte da Ingleterra, dominada por uma catedral gigantesca - e muito bem conservada (foto). Se a visita à Catedral é na hora certa, dá até pra pegar um recital de órgão. Fomos também a Edinburgo, que fica a umas duas horas de trem dali. Como estava chovendo a cântaros, acabamos passando uma boa parte do tempo no museu do Castelo, o que vale a pena. Depois andamos um pouco pela cidade, cheia de lojas de cashmere, gaitas de fole e whiskey pros turistas. Fora isso, uma arquitetura muito bonita, e um sotaque incompreensível. No final da viagem, passamos algumas horas passeando por Londres, num esquema expresso: passe diário no Metrô, vendo todos os pontos fundamentais da cidade (Westminster & Parlamento, St Paul's, Torre de Londres), sem entrar em nada. Foi um dia agradável, mas com certeza eu tenho que voltar pra ver as coisas direito.



Um último comentário sobre a Inglaterra: é caro. Muito caro. Mesmo pra quem ganha em dólares. Pra se ter uma idéia, comida barata é 10 libras, comida um pouco melhor vai ser 20 libras, mais ou menos, ou seja, 40 dólares por pessoa. Pior é o transporte: pegamos um trem de Londres a Durham, e a passagem saiu 100 libras por pessoa, pra uma viagem de três horas - 400 dólares ao todo!!! Ainda bem que o trabalho estava pagando tudo...

2 comentários:

Anônimo disse...

ARRÁ! Então foi ASSIM que você conheceu "Lifting de Corazón"! Não estou tão fora da realidade quanto penso! Você esteve na civilização! Pela nossa "primidade consideracional", me comprometo a ficar a par dos seus rumos via blog no intervalo de um mês (até o aniversário da Ana), ouquei? ABRAÇÃO!

Anônimo disse...

Portuga!!
Tu chega dia 20 e minhas férias no trabalho começam dia 21!!
Quais os planos?
Sobre suas viagens, tá pra aparecer cidade mais bonita do que Miguel Pereira...
Me liga o mané!
Beijos
Camelo